NOITE, O QUE É?, 14. Uma voz. Um sopro. A chuva que caiu durante a noite sem ser escutada. Passar um tempo esperando outro. O sabor do café, recordas o sabor do tempo, da voz. Como se estivesse aqui. Nesta altura chegam as perguntas, entram pela janela, uma perturbação sem nome, coisas vadias.
Aviz
«We have no more beginnings.» [ George Steiner ]

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