Novembro 08, 2003

DESESPERO. Não. Posso desesperar de vez em quando, mas não é com a democracia. E, quanto a pôr na ordem seja quem for, aviso desde já que não é comigo; estou-me nas tintas, desde que não queiram que eu pense exactamente pelas palavras deles — só para ficarmos todos contentinhos com «jornalistas benevolentes» e «estudantes insolentes». Tiro na água, caro Daniel.