março 03, 2005

Licor de ananás.

Eu sou do tempo em que existia o velho Licor de Maracujá do Ezequiel, glória de São Miguel. Dizem-me que vai regressar e alimento essa esperança. Acho que comprei as últimas garrafas da velha geração de Maracujá do Ezequiel em insuspeitas mercearias da Ribeira Grande e de Ponte Delgada. Hoje, no entanto, provei o Licor de Ananás A. Arruda, da Fajã de Baixo. Uma revelação. Excelente para o cálice; magnífico para cocktails, quando vier a Primavera.

Adenda: Por falar em bebidas extintas, coube-me provar (e, com o Joel e o Nuno CS, exterminá-la) uma das últimas garrafas de Aguardente de Nêspera de São Carlos, ilha Terceira. Se houver uma garrafa ainda resistente, sou candidato.