julho 29, 2005

Ota!

Caro Paulo:a ideia de que é necssário esclarecer, em relação à Ota e ao TGV «o seu contributo para a crise orçamental, para a competitividade, bem como a sua viabilidade e utilidade» parece-me francamente boa. Todos a temos chamado, aqui e ali, tendo como base esses princípios muito claros: não há estudos a justificar a Ota; não há acordo sobre o TGV (não precisa de haver unanimidade); as obras públicas anunciadas pelo governo vão, como de costume, gerar alegria nas grandes empresas do betão e da infra-estrutura, além de emprego e «desígnios nacionais», mas não se lhe conhecem grandes virtudes em matéria de incremento da produtividade e de imaginação. Mais do mesmo, não concordas?